por Rodrigo de Almeida Rodriguez, Diretor de Tecnologia da Informação da Smarc\Web
Neste artigo abordaremos a implicância em determinados projetos de internet ao se optar por determinada tecnologia para seu desenvolvimento.
Neste artigo abordaremos a implicância em determinados projetos de internet ao se optar por determinada tecnologia para seu desenvolvimento.
No caso usaremos as linguagens de programação PHP e JAVA para ilustrar duas possíveis escolhas na hora de desenvolver um sistema on-line ou um web-site, porém o que abordaremos aqui abrange qualquer escolha, logicamente dado seus aspectos e usos.
PHP é a linguagem de programação mais utilizada no mundo, enquanto JAVA desponta como uma das menos encontradas como tecnologia principal a qual um web-site se baseia.
O que explica tudo isso são os custos de desenvolvimento, pois um profissional Java é bem mais custoso do que os profissionais especialistas em PHP.
Mas o que acontece depois do desenvolvimento? O que acontece no pós-produção?
Certeiramente, caso aconteça do projeto tomar dimensões não previstas em escopos iniciais, e a tecnologia escolhida não for a mais apropriada para o redimensionamento do projeto, tem-se apenas duas opções: 1) continua-se na escolha inicial de tecnologia e arca-se com mais custos para adaptação da mesma para o uso do projeto ou 2) resolve-se reconstruir TUDO com uma tecnologia mais apropriada, porém arca-se com os custos de um “re-projeto”.
Observe que precisamos tomar o devido cuidado ainda na fase do escopo do projeto e principalmente ter convicção do uso apropriado de determinada tecnologia, pois num futuro talvez próximo essas escolhas podem levar a um custo maior do que o que é de fato necessário para se projetar.
Um ótimo exemplo disso é o Facebook. O Facebook foi desenvolvido completamente em PHP, talvez por não esperarem a dimensão que de fato ele é hoje, mas por diversas vezes ele precisou ser reescrito em PHP, surgiram até rumores que o Facebook estaria por investir na tecnologia PHP (Open Source) com objetivo de torná-la mais adequada a seu uso.
Também por diversas vezes houveram falhas estruturais da própria tecnologia que permitiram hackers se apropriarem de milhões e milhões de informações confidenciais de seus usuários. O que estou falando não é que isso talvez não tivesse acontecido com uma melhor escolha, pois todas as escolhas podem ser falhas dependendo do contexto que as usa.
Se a equipe que criou o Facebook tivesse ideia do uso e a dimensão que se tonaria com certeza eles não precisariam refazer do zero seus códigos e muito menos se poderia cogitar algum investimento para a expansão da tecnologia que nesse caso passou a ser uma falha escolha.
Então a pergunta é: por que não usamos a mais completa tecnologia, assim evitamos o problema acima?
Como já havia dito, toda tecnologia pode ser falha, pode e é, apenas dependendo do seu contexto.
Provavelmente se no início o Facebook fosse concebido em Java por exemplo, o custo de projeto seria tão alto que talvez inviabilizasse todo o sucesso e potencial da ideia original e assim sendo provavelmente não teríamos o Facebook hoje.
Logo se percebe que a simples preferência por determinada tecnologia a ser utilizada pode sugerir um fracasso num projeto, ou pelo menos em algum momento arca-se com mais investimento.
Essa discussão não é nova, muito pelo contrario, é muito bem conhecida por engenheiros e gerentes de projeto.
Podemos de fato apenas opinar sobre algumas perspectivas que devem ser observadas, de modo a se evitar arrependimento no futuro.
Deve se primar pelo uso que se espera ter daquele projeto e encontrar uma opção que atenda aquele uso, e ainda supor um uso que inicialmente não terá, mas que futuramente poderá passar a ter, e então se perguntar: aquela tecnologia que escolhi, me atende nesse futuro? E se a resposta for SIM então se pergunta: Se eu fosse criar hoje um projeto que tivesse o uso previsto para um futuro, ainda assim escolheria a mesma tecnologia?
Se também for SIM mais certa vai ser a escolha da tecnologia, mas com certeza tudo isso depende da experiência dos gerentes de projeto e nesse caso principalmente do engenheiro de software e TI.
Smarc\Web - Produtora de Internet
PHP é a linguagem de programação mais utilizada no mundo, enquanto JAVA desponta como uma das menos encontradas como tecnologia principal a qual um web-site se baseia.
O que explica tudo isso são os custos de desenvolvimento, pois um profissional Java é bem mais custoso do que os profissionais especialistas em PHP.
Mas o que acontece depois do desenvolvimento? O que acontece no pós-produção?
Certeiramente, caso aconteça do projeto tomar dimensões não previstas em escopos iniciais, e a tecnologia escolhida não for a mais apropriada para o redimensionamento do projeto, tem-se apenas duas opções: 1) continua-se na escolha inicial de tecnologia e arca-se com mais custos para adaptação da mesma para o uso do projeto ou 2) resolve-se reconstruir TUDO com uma tecnologia mais apropriada, porém arca-se com os custos de um “re-projeto”.
Observe que precisamos tomar o devido cuidado ainda na fase do escopo do projeto e principalmente ter convicção do uso apropriado de determinada tecnologia, pois num futuro talvez próximo essas escolhas podem levar a um custo maior do que o que é de fato necessário para se projetar.
Um ótimo exemplo disso é o Facebook. O Facebook foi desenvolvido completamente em PHP, talvez por não esperarem a dimensão que de fato ele é hoje, mas por diversas vezes ele precisou ser reescrito em PHP, surgiram até rumores que o Facebook estaria por investir na tecnologia PHP (Open Source) com objetivo de torná-la mais adequada a seu uso.
Também por diversas vezes houveram falhas estruturais da própria tecnologia que permitiram hackers se apropriarem de milhões e milhões de informações confidenciais de seus usuários. O que estou falando não é que isso talvez não tivesse acontecido com uma melhor escolha, pois todas as escolhas podem ser falhas dependendo do contexto que as usa.
Se a equipe que criou o Facebook tivesse ideia do uso e a dimensão que se tonaria com certeza eles não precisariam refazer do zero seus códigos e muito menos se poderia cogitar algum investimento para a expansão da tecnologia que nesse caso passou a ser uma falha escolha.
Então a pergunta é: por que não usamos a mais completa tecnologia, assim evitamos o problema acima?
Como já havia dito, toda tecnologia pode ser falha, pode e é, apenas dependendo do seu contexto.
Provavelmente se no início o Facebook fosse concebido em Java por exemplo, o custo de projeto seria tão alto que talvez inviabilizasse todo o sucesso e potencial da ideia original e assim sendo provavelmente não teríamos o Facebook hoje.
Logo se percebe que a simples preferência por determinada tecnologia a ser utilizada pode sugerir um fracasso num projeto, ou pelo menos em algum momento arca-se com mais investimento.
Essa discussão não é nova, muito pelo contrario, é muito bem conhecida por engenheiros e gerentes de projeto.
Podemos de fato apenas opinar sobre algumas perspectivas que devem ser observadas, de modo a se evitar arrependimento no futuro.
Deve se primar pelo uso que se espera ter daquele projeto e encontrar uma opção que atenda aquele uso, e ainda supor um uso que inicialmente não terá, mas que futuramente poderá passar a ter, e então se perguntar: aquela tecnologia que escolhi, me atende nesse futuro? E se a resposta for SIM então se pergunta: Se eu fosse criar hoje um projeto que tivesse o uso previsto para um futuro, ainda assim escolheria a mesma tecnologia?
Se também for SIM mais certa vai ser a escolha da tecnologia, mas com certeza tudo isso depende da experiência dos gerentes de projeto e nesse caso principalmente do engenheiro de software e TI.
Smarc\Web - Produtora de Internet
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